De acordo com as estatísticas, no que toca à taxa de crescimento média anual da “Riqueza criada na produção, em média, por cada trabalhador”, entre 2013 e 2018, somos o único concelho que, quando comparado com os vizinhos, teima em não crescer.
Mais um indicador que não abona a favor de Celorico e que prejudica a sua imagem. Temos, no concelho, profissionais tão ou mais competentes que os outros, mas faltam-nos melhores acessibilidades e melhores infraestruturas. Falta-nos estimular, devidamente, as indústrias a serem mais competitivas. Este modelo de desenvolvimento está esgotado: é necessária uma nova bolsa industrial (Corgo/Canedo) que aposte nos setores da nossa realidade: madeiras, granitos, indústrias vinícolas, indústrias agrícolas, entre outros.
Queremos atrair quadros superiores e intermédios da nossa terra, que temos vindo a perder anualmente para o resto do país e para o estrangeiro. Celorico tem de ter lugar para todos.
Valores a preços constantes de 2016, IPC – Base = 2016
Fonte: PORDATA

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